domingo, 2 de dezembro de 2012


“Homo – moderno”

Revestidos de matéria
Das hastes aos escombros, todos, em
Registros de carniças, lassos, tecendo
Fios ideais da métrica mecânica

Sob albatrozes oculares
Permanecem entre câmeras vivas
À luz dos ecos uniforme, plácidos
De inércia, a entropia nas formas de casulos
Presentes nas tecnologias audazes

Para envolto amontoado, castos e
Lombardos, práticos de censura,
Direcionam-se-lhes, por sestros
Ângulos rasos, à sina progressiva

Perenes crisálidas de forma assim
Sendo, de quando em quando ilustres
Por alforria genética, qual prenda
Promissora se faz modelo ao bando-resto

Melodia condizente, pois, a todos
Ordenando em vultos, em tablados dispostos
Sempre júbilos por vezes, sendo,
A quem se insere, decanta e dança

Dormindo, levemente apartados,
Pela esquadra, pelo bisturi estatístico
Para dar-se consigo na sonolência cintilante